A Confeitaria Barcelona carrega a tradição de cinco gerações de confeiteiros, que foram mudando de país, de culturas, e se adaptando às novidades sem perder a essência. Nos seus 45 anos, reforça na prática a teoria de que o que é bem-feito, é preservado e atemporal. E é reconhecido.
Isso porque o pessoal se dedica, desde a produção até a entrega. Tudo é feito ali, até os temperos e combinações, com receitas próprias. Os insumos são frescos, inclusive os sucos, sem essências nem artifícios e com procedência.
A variedade é grande. São doces e salgados com receitas únicas. Destaque para o Jesuíta, um sanduichinho de massa folhada com glacê – o agridoce é algo bem espanhol -, e o Risole recheado de frango – herança portuguesa. “Mas todos têm seus fãs, 34 tipos, em 6 coleções que trazem uma variedade bem eclética. Todos pequenos, uma bocada, ‘um tapa’ como dizemos por lá”, conta o proprietário, Luís Ayette. Os doces são 29 sabores. O preferido é a Panelinha de doce de leite, produzida da mesma forma, há 45 anos.
A Barcelona foi a primeira confeitaria a ter teleentrega. Hoje tem uma central de pedidos, acessada por fone fixo ou WhatsApp. Na equipe, 26 colaboradores, treinados na casa, inclusive os da produção.
Sobre os planos, o que era para 2024 virou 2025: a carta de chás e cafés, com uma nova estrutura de produção e serviço. A ideia é apresentar uma carta de chás mais ampla, “e mais uns cafés tradicionais da terrinha, para completar as bebidas”, conta. Além disso, a Confeitaria está experimentando Saraus no salão, que podem se tornar fixos para o ano que vem. Abre de segunda a sábado, das 10h às 19h30.