O chef sushiman do Hai Sushi Lounge Bar nasceu em Passo Fundo e se formou na Nagoya Sushi School, em São Paulo. E se tornou sushiman em 2013, despretensiosamente, e já em 2014, alcançava o segundo lugar numa das três participações na Copa do Brasil de Sushi, em Curitiba. Apaixonado pela profissão, costuma dizer que a cozinha japonesa é seu grande amor, mas que também flerta com outras culinárias, como a peruana e tailandesa, por exemplo.
Ao longo da carreira teve três restaurantes, onde aperfeiçoou não só as aptidões na cozinha, como também conhecimentos de gestão de pessoas e operacionais. Em 2019 chegou ao Hai, onde responde pela cozinha quente e fria e pelo delivery, elabora pratos novos e fichas técnicas. O grande desafio, segundo ele, é a gestão de pessoas. “Acredito que o mais importante seja manter a equipe alinhada e feliz em estar ao nosso lado”, diz.
Para ser um bom sushiman, ele acredita que a técnica é fundamental. “Acredito que isso exige muita técnica e dedicação, atenção e humildade. Se tiver constância no que está fazendo, o tempo dirá se você irá se tornar um bom sushiman ou não.”
Além do trabalho no Hai, Douglas atua como chef consultor. Ele acha cedo falar sobre realização profissional. “Sinto que estou no caminho certo para chegar à minha realização profissional. Mas sempre estou buscando mais, então não consigo ver um teto.” Os planos para 2025 incluem continuar investindo em aperfeiçoamento e viajar o máximo possível para absorver mais experiências dentro da sua culinária. A refeição perfeita, segundo ele, tem tudo a ver com a sua condição de chef. “É aquela na qual consigo executar e expressar toda minha excentricidade, minha energia e minhas emoções”, finaliza.