O ambiente do Catherine é intimista, acolhedor. A decoração é inspirada no feminino, e a gastronomia, na cozinha francesa. O propósito é a sustentabilidade, seja no menu sazonal, ou na Praça das Rosas, à frente da casa, adotada pelo restaurante. E, eventualmente, as noites são francesas, com jantares feitos a quatro mãos, com chefs convidados nacionais e internacionais.
No Catherine, os produtores locais estão cada vez mais próximos, pelas criações do chef Nícolas Heckel a partir de clássicos franceses com toques da sazonalidade brasileira. Os pratos mais apreciados incluem o pato confitado, elaborado lentamente no sous-vide por 15 horas, suculento; e o magret de pato servido com um clássico cassoulet de feijões brancos, com um molho demi-glace. A salada de polvo servida em Nice, com tomates, azeitonas, folhas, anchova, ovo é imperdível, assim como o carré de cordeiro servido em uma crosta de ervas, com purê de ervilhas e cenouras.
A carta de bebidas apresenta 200 rótulos de vinhos, de maioria gaúcha. Os comensais ainda têm o acompanhamento de sommelier e barman, para auxiliar na indicação do melhor vinho ou na preparação do melhor drinque.
Mas o diferencial do Catherine não está apenas nos menus, ou na proposta do restaurante, está também no atendimento. A hospitalidade é uma missão do restaurante, cada pessoa que entra precisa sair mais feliz do que entrou. O serviço é cordial, cuidadoso e discreto. Também há exclusividade e personalização em tudo, desde o bilhete que recebe as reservas à mesa até as surpresas para aniversariantes e datas especiais.
Uma vez por semana, os 26 profissionais que atuam no restaurante se reúnem no projeto Instituto Catherine, uma escola de treinamento semanal em que são compartilhadas várias ideias de serviço, gastronomia, enologia, segurança pública, saúde, ética e conhecimentos gerais.
As reservas são recomendadas, mas não obrigatórias. O restaurante funciona de segunda a sexta, das 18h até a meia-noite. Nos sábados e domingos, os horários são do meio-dia até a meia-noite.