Marcelo Schambeck é um chef que se consolida, juntamente com o Capincho, restaurante de cozinha autoral sulista. Formado em Gastronomia pela Unisinos, ele iniciou a carreira em 2007. Hoje, vive um momento de amadurecimento. “Sinto que a maturidade traz tranquilidade para fazer melhores escolhas. Então acredito que o momento seja de amadurecimento e consolidação.”E essa consolidação se estende para a própria cultura gastronômica do Sul do Brasil. “Neste sentido, buscamos marcar presença e levar essa cozinha gaúcha e sulista para o resto do Brasil e até para fora.”
O chef se destaca em um momento não só de receber, mas de ir até outros espaços. Como a participação no Food Temple Brésil, em Paris, e no Punta Food and Wine, no Uruguai. “Cozinhamos em diferentes restaurantes como Aiô em São Paulo e no Organic Festival em Trancoso e recebemos muita gente legal no Capincho entre chefs, bartenders e jornalistas.”
No restaurante ele foi anfitrião para o chef Julio Baez, do Julia; e o chef Lucas Canga, do Piedra Pasillo; ambos de Buenos Aires. “Foram oportunidades incríveis sobretudo de aprendizado.”
Além do Capincho, o chef participa como chef consultor do Vague, que é um listening bar localizado no bairro Moinhos de Vento. Um local dedicado à música, com som de muita qualidade, e com cardápio e carta de bebidas que acompanham na mesma altura. “Também seguimos com nosso projeto de alimentação infantil na Cantina Banana Maçã na Escola Projeto.”
Para o futuro, a ideia é tirar do papel os projetos culturais, sociais e ambientais ligados ao Instituto Identidade RS.